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Apresentação do Curso e Oficina
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Quem
Somos |
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O
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ARTE DE SÃO PAULO (IMA) foi fundado em
1986 e licenciado oficialmente na cidade de São Paulo, São
Paulo, Brasil, em 1990. Há quase 20 anos de história tem sido um
líder na pesquisa e difusão de metodologias para o Ensino e
Aprendizagem, com consultorias internacionais na implantação de
laboratórios em Instituições de Ensino e Pesquisa no Brasil e
Exterior. Concentramo-nos na Educação para a Sustentabilidade e
Educação para a Paz. |
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Ubiratan D'Ambrosio >>>
Presidente Honorário
Nascido no
Brasil. Professor Emérito da UNICAMP, São Paulo. Consultor da
UNESCO e da Organização dos Estados Americanos (OEA). Professor
visitante da Universidade Regional de Blumenau. Professor de
pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,
além de outras universidades. Membro do Conselho da Pugwash
Conferences on Science and World Ganhador da Medalha Felix
Klein atribuída pelo Comitê Internacional de Instrução
Matemática (ICMI). O prêmio é concedido àqueles que proporcionam
importantes contribuições à Educação Matemática
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Donizetti Louro >>>
Presidente do Instituto de Matemática e Arte de São Paulo.
Área de Atuação: Matemática Computacional Aplicada a Computação
Gráfica e Processamento de Imagens com ênfase em Efeitos 3D para
Educação Digital Imersiva, Games, Cinema, TV, Instalações
Artísticas e Imagens Técnicas. Presidente do iEDBrazil Immersive
Education Day. Pesquisador Colaborador do Projeto Digital
Mathematical Performance do College of Education da University of
Western Ontario, Canada. Graduado e Licenciado em Matemática,
Graduado e Licenciado em Ciências Físicas e Biológicas, Pós
Graduado em Educação e Doutorando em Engenharia da Computação no
Instituto Tecnológico de Aeronáutica - ITA. Temas de Interesse:
Inteligência Artificial, Matemática & Design, Efeitos Especiais,
Realidade Virtual, Teorias da Aprendizagem, Quatérnios, CAVEs, e
Visão Computacional.
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TAnia
Fraga >>>
Artista e
arquiteta, doutora em comunicação e semiótica pela PUC/SP.
Desenvolveu parte do trabalho em arte computacional nos Estados
Unidos, no Departamento de Ciência da Computação na The George
Washington University. Tem publicado nacional e internacionalmente
e participado de exposições e espetáculos no Brasil, Alemanha,
Austrália, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Rússia,
Suíça, Noruega e Hong Kong. Em novembro de 2006 realizou
residência sobre as novas tecnologias na educação no
Instituto de Educação da Universidade de Londres. De
dezembro de 1998 a dezembro de 1999 desenvolveu projeto de
pós-doutorado em artes computacionais interativas , no Centre for
Advanced Inquiry in the Interactive Arts -Technology and Art
Research em Newport-Plymouth, Grã-Bretanha. Trabalha com arte
computacional interativa empregando as linguagens HTML, VRML,
JavaScript e Java 3D.
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Veja nossos
Diretores e
Colaboradores >>> |
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Justificativa |
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O ensino da Matemática através da Arte e
Tecnologia é necessário
como ferramenta básica para resolver situações da
vida diária, compreender melhor a própria realidade e para comunicar
idéias. A
apropriação do conhecimento vai além do
conhecimento formal de definições, de resultados e técnicas, ou
mesmo de demonstrações. É indispensável que os conhecimentos tenham
significado a partir de questões e situações colocadas e que sejam
utilizadas para resolver problemas.
A educação é responsável
pela modernização de nossas sociedades, e exige altos níveis de competência e domínio de
habilidades de caráter cognitivo, cientifico e tecnológico, assim
como o desenvolvimento da capacidade de interação grupal,
iniciativa, criatividade e uma elevada auto-estima. A educação
é encarada como esperança de futuro.
Baseia-se, a priori, na motivação e desmistificação da ciência, do
fazer artístico e da utilização de referentes computadorizados,
alicerçado
na fenomenologia da percepção visual, semiótica da imagem e na
mediação como diferencial no êxito do trabalho. |
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Das
Matemáticas |
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A partir do trabalho na educação
infantil, inicia-se o desenvolvimento do espírito investigativo, o
despertar da curiosidade e o prazer pelas descobertas, que são
ampliados ao longo do ensino fundamental. Nesta fase da
escolaridade, o ensino fundamental, os alunos começam a usar o
simbolismo da linguagem Matemática de uma forma mais complexa, nas
socializações, nas resoluções e na própria forma de pensar sobre a
Matemática, que passa a ser uma forma mais abstrata. No ensino
médio, existe a continuidade de todo o trabalho desenvolvido
anteriormente com os alunos e a Matemática passa a ter, ainda, um
caráter mais instrumental, pois é utilizada para compreender as
diferentes áreas do conhecimento ou temas de outras áreas,
possibilitando a interação e o dialogo com as mesmas. A metodologia
de ensino em qualquer área deve possibilitar a relação entre elas,
visando romper com a idéia de independência total entre as áreas (Salem – 1986). A Matemática não é uma ciência que deve ser
interpretada de maneira isolada, o que leva, muitas vezes, o aluno a
ter dificuldades em acompanhá-la, mas um instrumento precioso na
investigação e modelagem de problemas.
Assim ao término do ensino médio o
aluno tem a possibilidade de reconhecer e explorar com mais clareza
a relação entre os diferentes tópicos da Matemática, relacionando
varias representações de conceitos ou procedimentos umas com as
outras.
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Perspectiva
do Professor |
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Não perder de vista a reflexão
didática, para se discutir a
complexidade que envolve a
construção dos saberes escolares
na trama das múltiplas relações
entre os diferentes saberes e
competências que estão em jogo na
pratica educativa.
O
estudo dos Temas Transversais,
que serão abordados através de
desafios, com caminhos a práticas
do saber que envolve
Matemática, Artes
visuais e plásticas chegando a Games, Cinema
e entretenimentos como
exercício diário na DIDÁTICA como
Ciência.
A história da Arte, história da
matemática, história das técnicas
e tecnologia e, finalizando, a
história das ciências, são
condições indispensáveis para as
aplicações imediatas de
metodologias para a sala de aula,
NÃO OBSTANTE, considerando como
obstáculos epistemológicos para a
aprendizagem destas ciências a
ruptura cultural entre CORPO
DOCENTE E CORPO DISCENTE, nas
condições cognitivas de suportes
midiáticos instalados no início do
século XXI.
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