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Objetivo |
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Desenvolver Metodologias para a
Formação Continuada. Explorar a experiência e o experimento das
civilizações. Privilegiar discussões na relação Escola e
Cultura(s); relacionar a questão da formação - inicial e
continuada – e socializar profissionais da educação para a
construção do saber docente; e o relacionar com outros saberes
socialmente produzidos com questões hoje colocadas para a construção
da cidadania.
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Justificativa |
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O ensino da Matemática, Arte e
Tecnologia é necessário
como ferramenta básica para resolver situações da
vida diária, compreender melhor a própria realidade e para comunicar
idéias. A
apropriação do conhecimento vai além do
conhecimento formal de definições, de resultados e técnicas, ou
mesmo de demonstrações. É indispensável que os conhecimentos tenham
significado a partir de questões e situações colocadas e que sejam
utilizadas para resolver problemas.
A educação é responsável
pela modernização de nossas sociedades, e exige altos níveis de competência e domínio de
habilidades de caráter cognitivo, cientifico e tecnológico, assim
como o desenvolvimento da capacidade de interação grupal,
iniciativa, criatividade e uma elevada auto-estima. A educação
é encarada como esperança de futuro.
Dentre inúmeras questões atuais
debatidas no campo da educação, a discussão em torno do
reconhecimento da existência de um saber-escolar, enquanto forma de
saber específico de natureza seletiva e com um certo grau de
autonomia epistemológica, ( Chevallard - 1985, Forqin – 1992 e 1993,
Sacristan – 1996, Lopes - 1994,1996 e 1997, Chervel – 1990), ocupa um
lugar cada vez mais importante e abre pistas interessantes para quem
se propõe a pensar as questões relativas à produção e à transmissão
de conteúdos cognitivos, não obstante, nosso trabalho fundamenta-se
nos cinco níveis de compreensão de Van Hiele,
assim classificados: visualização, análise, dedução informal, dedução
formal e rigor. Concomitantemente, na teoria dos registros de
representação semiótica de Duval(1995). Além dessas duas fontes, a
teoria das situações de Guy Brousseau (Brousseau, 1986) está norteando
a construção, a análise e a aplicação das situações-problema propostas
para a difusão científica como formação continuada de profissionais de
educação,
artistas plásticos, arquitetos, designers e interessados em geral. Baseia-se, a
priori, na motivação e desmistificação da ciência, do fazer
artístico e da utilização de referentes computadorizados,
alicerçado
na fenomenologia da percepção visual, semiótica da imagem e na
mediação como diferencial no êxito do trabalho.
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Das
Matemáticas |
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A partir do trabalho na educação
infantil, inicia-se o desenvolvimento do espírito investigativo, o
despertar da curiosidade e o prazer pelas descobertas, que são
ampliados ao longo do ensino fundamental. Nesta fase da
escolaridade, o ensino fundamental, os alunos começam a usar o
simbolismo da linguagem Matemática de uma forma mais complexa, nas
socializações, nas resoluções e na própria forma de pensar sobre a
Matemática, que passa a ser uma forma mais abstrata. No ensino
médio, existe a continuidade de todo o trabalho desenvolvido
anteriormente com os alunos e a Matemática passa a ter, ainda, um
caráter mais instrumental, pois é utilizada para compreender as
diferentes áreas do conhecimento ou temas de outras áreas,
possibilitando a interação e o dialogo com as mesmas. A metodologia
de ensino em qualquer área deve possibilitar a relação entre elas,
visando romper com a idéia de independência total entre as áreas (
Salem – 1986 ). A Matemática não é uma ciência que deve ser
interpretada de maneira isolada, o que leva, muitas vezes, o aluno a
ter dificuldades em acompanhá-la, mas um instrumento precioso na
investigação e modelagem de problemas.
Assim ao término do ensino médio o
aluno tem a possibilidade de reconhecer e explorar com mais clareza
a relação entre os diferentes tópicos da Matemática, relacionando
varias representações de conceitos ou procedimentos umas com as
outras.
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Perspectiva
do Professor |
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Não se perder de vista a reflexão
didática, para se discutir a complexidade que envolve a
construção dos saberes escolares na trama das múltiplas relações
entre os diferentes saberes e competências que estão
em jogo na pratica educativa. |
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O estudo dos Temas
Transversais, que serão
abordados através de desafios,
com caminhos a práticas do
saber que envolve
Matemática, Artes
visuais e plásticas chegando a Games, Cinema e
entretenimentos. |
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A história da Arte, história da
matemática, história das
técnicas e tecnologia e,
finalizando, a história das
ciências, são condições
indispensáveis para as aplicações imediatas
de metodologias para a
sala de aula. |
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